Querido Rosa,
O mote deste desvio foi suprir o nome.
Se caminho na floresta, não pergunto, nem desejo, o seu nome.
Falaste uma vez na mulher que ia pela montanha e se perdia entre o bosque. Que tinha medo. Mas que queria ter medo.
Ali era somente um caminho sem nome, e não sabia sequer onde ia dar.
Hoje sou apenas inveja da ambição nessa mulher.
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