2018.07.16 - Lisboa

Querido Sal,

Continuo com o meu romance.
Não durará o tempo que leva um cérebro a mirrar.
Não será sequer uma corrida.
Nem irei suar obsessões com a intenção.

Creio, no entanto, que lhe descobri o sentido.
É um romance sobre a perda.
Uma imaturidade.

Resta-me o artifício de o tentar tornar numa história decente.

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