Querido Sal,
És tu mesmo o arquitecto desse quarto de hotel. O espaço que propões é sujar isso. Cabe-te na linha de corte, tingir a inocuidade com o teu corpo.
Quanto aos sonhos, há semanas que os vou perdendo.
Não importa, nos dias tenho contado vértices oníricos.
Estou adoentado.
A tua doença não te enche a vida de símbolos?
És tu mesmo o arquitecto desse quarto de hotel. O espaço que propões é sujar isso. Cabe-te na linha de corte, tingir a inocuidade com o teu corpo.
Quanto aos sonhos, há semanas que os vou perdendo.
Não importa, nos dias tenho contado vértices oníricos.
Estou adoentado.
A tua doença não te enche a vida de símbolos?
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