Querido Sal,
A utilidade do que não é útil é o prazer de ser inútil.
Fui correr, e é quando corro que olho para as nuvens. A questão prende-se com o modo de olhar. Ver pode ser um borrão.
Há que falar de casas.
Experimenta vir de leste, teres a ponte e o sol sumido a oeste. Perpetua uma luz. Tudo é maior. Agora olha como as nuvens têm escala. Pairam.
Há-lhes algo de incomportável.
Que pertença sentes nesse instante?
A utilidade do que não é útil é o prazer de ser inútil.
Fui correr, e é quando corro que olho para as nuvens. A questão prende-se com o modo de olhar. Ver pode ser um borrão.
Há que falar de casas.
Experimenta vir de leste, teres a ponte e o sol sumido a oeste. Perpetua uma luz. Tudo é maior. Agora olha como as nuvens têm escala. Pairam.
Há-lhes algo de incomportável.
Que pertença sentes nesse instante?
Sem comentários:
Enviar um comentário